sexta-feira, janeiro 19, 2018

OGMA precisa de mais técnicos formados em Portugal para crescer


OGMA precisa de mais técnicos formados em Portugal para crescer
Público.pt
Marco Túlio Pellegrini, presidente do conselho de administração, garante que a OGMA é, hoje, uma empresa “sólida” e com um “grande potencial” de crescimento, mas assume, em declarações ao PÚBLICO, que tem procurado sensibilizar as autoridades portuguesas para a criação de um programa  Ver aqui.

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Cluster aeronáutico de Alverca precisa de sair do papel e captar negócios


A OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal é uma das seis empresas do mundo da aviação a completar 100 anos de vida. Uma data especial que será assinalada ao longo do ano com diversas iniciativas. O MIRANTE conversou com o novo presidente da empresa para conhecer os seus objectivos. Ver noticia completa aqui.

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OGMA comemora 100 anos com novo logo


A OGMA, empresa que actua na área da indústria aeronáutica, comemora este ano o seu 100.º aniversário. Para assinalar o centenário, desenvolveu uma identidade especial que envolve a criação de um logótipo. Os elementos escolhidos para o logo têm como inspiração o percurso e história da OGMA ao longo das décadas e pretendem destacar a evolução técnica e tecnológica da empresa. “Celebrating 100 years of evolution” é a assinatura desta identidade comemorativa, concebida pela White_Brand Services.
Paulo Monginho, director de Relações Externas da OGMA, explica que a nova imagem deverá acompanhar todas as iniciativas dos 100 anos e «reforçar a notoriedade da identidade da empresa e da marca OGMA junto dos seus diferentes públicos». O responsável acrescenta, ainda, em comunicado: «Celebrar um século de existência com olhos postos no futuro é a mensagem que queremos passar com este logótipo.» Ver noticia completa aqui.

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segunda-feira, julho 10, 2017

Começou a contagem decrescente para o centenário da OGMA


Os 99 anos da empresa aeronáutica foram o pretexto para a visita do secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, às instalações em Alverca, onde o administrador Marco Pellegrini deixou elogios aos 1700 trabalhadores. Ver artigo completo em O Mirante.

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quinta-feira, junho 22, 2017

Ogma vai investir 14 milhões


A empresa de Alverca vai investir um total de 14 milhões de euros este ano. Detida maioritariamente pela Embraer, a OGMA vai produzir várias peças do avião militar KC-390. Ver noticia completa no Jornal de Negócios.

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terça-feira, abril 04, 2017

Ogma atinge lucros de 10,1 milhões de euros e elege novo CEO

A empresa elegeu novos órgãos sociais, com a designação de Marco Tulio Pellegrini como novo presidente da sociedade.

A Ogma registou, em 2016, lucros de mais de 10 milhões de euros, segundo adiantou a empresa em comunicado esta segunda-feira, 3 de Abril. "A empresa atingiu um volume de vendas de 195,4 milhões de euros, e um lucro de 10,1 milhões de euros, tendo sido aprovado, também, a distribuição de lucros pelos colaboradores no total de 1,47 milhões de euros, que serão distribuídos conforme critérios de elegibilidade e cumprimento de metas", referiu a sociedade em comunicado.
Já este fim-de-semana, o ex-presidente da Ogma, Rodrigo Rosa, disse, em entrevista à rádio TSF que a empresa pretende distribuir parte dos lucros obtidos em 2016, ou seja, cerca de 1,5 milhões de euros, pelos seus funcionários.
A empresa elegeu ainda novos órgãos sociais para o triénio 2017-2019, tendo designado Marco Tulio Pellegrini (na foto) como novo presidente do conselho de administração, sucedendo a Rodrigo Rosa, "que agora assume funções como CFO da Embraer para a região da Europa, África e Médio Oriente", adiantou o mesmo comunicado. Continuará com assento no conselho de administração da Ogma como administrador não-executivo.
"Foram também aprovados os nomes de Jackson Schneider e Luís Carlos Affonso como representantes da Airholding (100% detida pela Embraer) e Júlio Castro Caldas e o General Luís Esteves de Araújo em representação da Empordef (100% detida pelo Estado Português)", segundo o mesmo comunicado.
A Ogma é detida em 65% pela Airholding SGPS (100% Embraer) e em 35% pela Empordef (100% Estado Português) desde a sua privatização em 2005. A empresa conta com mais de 1700 trabalhadores. Créditos: Jornal de Negócios

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domingo, fevereiro 12, 2017

OGMA com novo hangar de pintura

A OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal, sediada em Alverca do Ribatejo, inaugurou esta terça-feira, 7 de Fevereiro, um novo hangar de pintura de aeronaves. O espaço, avaliado em 10 milhões de euros, está equipado com materiais que respeitam todas as normas ambientais e de higiene. O hangar ocupa um espaço de 4 mil metros quadrados. É composto por duas cabines onde podem receber simultaneamente aeronaves de médio e pequeno porte, além de outras cabines para pintura de componentes. Há um controlo do tamanho das partículas no ar insuflado e recolha automática dos resíduos resultantes do processo de lavagem, tratamento de superfície e de pintura química das aeronaves e a sua correcta separação. A iluminação faz-se através de lâmpadas LED. Ver noticia completa no Mirante.

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domingo, janeiro 29, 2017

China contrata manutenção de aviões em Alverca


Há novos países no cardápio da OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal. E estão localizados a oriente. A empresa assinou recentemente um contrato de três anos para a manutenção geral de 15 aeronaves. Mas a grande ‘lança’ na Ásia é a China: foi firmado um contrato, também de três anos, com um operador chinês para manutenção dos trens de aterragem de uma frota de 20 aviões E-Jets de médio curso da Embraer. Quase com 100 anos de atividade - que completará em 2018 -, a OGMA continua a crescer, captou novos clientes internacionais e aumentou as suas valências com uma nova área de pintura de aviões, que começará a funcionar no início do ano. Por isso, em 2017 vai contratar mais trabalhadores (tem atualmente 1734 funcionários) e também este ano prevê investir €14 milhões para se preparar para a robotização - a designada indústria 4.0.
Rodrigo Rosa, presidente da OGMA, diz que 2016 “correu bem”, com um crescimento de 4% no volume de negócios face aos €188 milhões registados em 2015, ano em que a empresa apresentou um lucro recorde de €11,6 milhões, e acredita que “2017 terá um desempenho ainda melhor, com o contributo de novas áreas”. Ver noticia no Expresso on-line.

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segunda-feira, julho 04, 2016

KC 390: o maior projeto aeronáutico alguma vez criado em Portugal


É hoje à tarde apresentado em Alverca, nas instalações das OGMA, o KC 390, a maior aeronave de carga alguma vez produzida pela Embraer e aquele que é o maior projeto aeronáutico português – cerca de 56% do avião foi da responsabilidade de engenheiros portugueses do Centro de Excelência e Inovação da Indústria Automóvel (CEIIA).
O primeiro-ministro António Costa e o ministro da Economia Manuel Caldeira Cabral marcarão presença na apresentação do avião brasileiro, projeto que contou com a contribuição de 170 engenheiros portugueses e 450 mil horas trabalho na conceção, design e cálculos de 1.600 peças que compõem o “dorso” do avião (em inglês, sponson).
É nesta parte da estrutura que está localizado o trem de aterragem, bem como os elevadores das asas traseiras, a fuselagem e uma parte do leme, componentes que são da inteira responsabilidade do CEiiA e que representam diretamente mais de 2.100 desenhos técnicos e 350 postos de trabalho altamente qualificado.
É referido em comunicado que o KC 390 é um avião militar destinado ao transporte e lançamento de cargas e tropas, sendo ainda adequado para reabastecimentos aéreos, busca e resgate e combate a incêndios florestais. Estima-se que a primeira unidade seja entregue à Força Aérea Brasileira no início de 2018.
Após a apresentação de hoje, a Embraer vai o KC 390 ao festival aéreo de Farnborough, em Inglaterra, a decorrer de 11 a 17 de julho. Portugal é um dos 30 países que assinou uma carta de intenção de compra até seis aeronaves.
“Com este projeto foi possível construir uma equipa de engenharia portuguesa que tem capacidade para participar no desenvolvimento de qualquer projeto de engenharia aeronáutica, em qualquer parte do mundo”, refere José Rui Felizardo, presidente executivo do CEiiA.
É a primeira vez que Portugal participa de tal forma no desenvolvimento de uma aeronave, algo que se espera que promova a criação de condições de base para atrair novos projetos e investimentos no setor aeronáutico.
Além do CEiiA, estiveram envolvidas no desenvolvimento do KC 390 as duas unidades que a Embraer têm localizadas em Portugal: a unidade da Embraer, inserida na OGMA, e a fábrica de componentes de Évora. Via tek.sapo. Ver também no Expresso e Publico.

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terça-feira, junho 14, 2016

Ogma aposta em novos mercados e atinge lucro recorde de 11,6 milhões


Fabricante de Alverca vai inaugurar hangar de pintura de oito milhões e inicia este ano a produção em série de componentes para o novo KC-390 Ver notícia completa no Público online.

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quinta-feira, abril 14, 2016

Trabalhadores da OGMA em protesto por melhores salários


Duas centenas de trabalhadores da Indústria Aeronáutica de Portugal realizaram ontem uma marcha de protesto para reivindicar aumentos salariais e para se queixarem de "perseguições e discriminações". Ver noticia completa no Observador online.

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quarta-feira, abril 13, 2016

A OGMA está a construir um hangar de pintura

Os oito milhões investidos no novo hangar vão alavancar mais negócio. A empresa que já foi estatal e é quase centenária, teve lucros de 11,6 milhões de euros em 2015 e prevê continuar a crescer.
Ver noticia completa no Jornal de Negócios online

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quinta-feira, março 31, 2016

A OGMA vai participar mais na produção das aeronaves da Embraer

Rodrigo Rosa: A OGMA vai "participar mais na produção das aeronaves da Embraer"

América do Norte, África e Europa são as grandes apostas internacionais da Ogma para captar clientes. De resto, o exterior já representa cerca de 95% da facturação da empresa. Ver noticia completa no Jornal de Negócios online

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terça-feira, janeiro 12, 2016

Casas das OGMA em Alverca podem acolher nova biblioteca da cidade

As antigas casas dos trabalhadores das Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA) no centro de Alverca, que estão abandonadas há anos e são um foco de insalubridade, podem vir a acolher a nova biblioteca municipal da cidade. Ver notícia no Mirante.pt.

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terça-feira, dezembro 15, 2015

Trabalhadores da OGMA manifestam-se em Alverca pela actualização salarial


A manifestação “pela negociação séria de uma actualização da tabela salarial” foi aprovada pelos trabalhadores em plenários realizados a 02 de Dezembro deste ano. Ler aqui.

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terça-feira, setembro 29, 2015

Aeronáutica made in Portugal


Para ver o video clique na imagem ou aqui.

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sábado, maio 23, 2015

OGMA no mercado da aviação civil


Capa da revista Take off nº 186 de janeiro 2015, contendo entrevista a Rodrigo Almeida Rosa, Presidente do Conselho de Administração e CEO da OGMA desde 15 Novembro 2013.

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terça-feira, maio 19, 2015

OGMA adquire mais plataformas à Almovi

A Almovi, dedicada ao fornecimento de gruas, plataformas elevatórias e movimentação de cargas, entregou duas plataformas elevatórias Genie, modelo GS-2046, à OGMA (Oficinas Gerais de Material Aeronáutico, S.A), empresa de manutenção de aeronaves, naquele que representa o segundo contrato de aluguer deste tipo de material com opção de compra. O primeiro contrato realizou-se no inicio de 2015 com a entrega de quatro unidades. Ambos os contratos acordam uma duração de manutenção de cinco anos com opção de compra no final do período. A Almovi forneceu um total de 14 unidades deste tipo à empresa OGMA, distribuídas pelos diversos hangares. Segundo comunicado pela empresa, esta já se encontra em negociações para o fornecimento de "mais unidades Genie com características únicas e especiais". 12 de Maio de 2015. Ver aqui.

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terça-feira, maio 05, 2015

OGMA garante que dividendos serão decididos de acordo com a realidade e investimentos

As Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA) reagiram esta segunda-feira à notícia do PUBLICO que dava conta da possibilidade da empresa não distribuir os dividendos em relação aos resultados do ano passado, ao mesmo tempo em que existe um diferendo entre o Governo e a EMBRAER em relação ao programa KC-390, garantindo não haver qualquer relação entre as duas situações. Em comunicado, as OGMA asseguram ser “desprovido de fundamento” a associação das duas matérias e garantem que "as decisões relativas a dividendos são tomadas pela respectiva assembleia de accionistas e resultam unicamente de uma análise detalhada e rigorosa da realidade económico-financeira da OGMA S.A. e do seu plano de investimentos”. A empresa, onde o Estado português tem uma participação de 35%, “nega ter recebido qualquer instrução do seu accionista maioritário, a EMBRAER S.A., no sentido de associar ou fazer condicionar decisões específicas nessa matéria por quaisquer outros assuntos em curso com o Governo português e decorrentes da normal actividade das OGMA”. Ver noticia completa no Público online

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domingo, maio 03, 2015

Embraer ameaça executar “cobrança coerciva” ao Governo português

Brasileiros não querem distribuir dividendos nas OGMA. Em causa está um diferendo com o Ministério da Economia português sobre verbas no programa KC-390.

A situação caricata aconteceu no mesmo dia em que o vice-primeiro-ministro se passeava pelas OGMA, vangloriando-se de ter salvado uma das empresas da indústria de defesa portuguesas. No dia 6 de Abril, Paulo Portas compareceu “emocionado” em Alverca do Ribatejo para testemunhar os dez anos de sucesso da privatização das Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA).
“Se tivesse sido o Estado a investir haveria sempre um bom motivo qualquer ligado às crises financeiras para que o Estado não conseguisse investir nesta empresa e esta empresa teria soçobrado”, discursou Portas ao lado dos presidentes da Embraer (accionista maioritário nas OGMA) e do embaixador do Brasil em Lisboa.
No entanto, nesse mesmo dia, os representantes portugueses do Estado português seriam surpreendidos por uma decisão do accionista maioritário nas OGMA. Durante a assembleia-geral, percebeu-se que a Embraer não queria os dividendos relativos a 2014 distribuídos pelos accionistas. Tendo uma participação de 65% na empresa, os brasileiros tinham toda a legitimidade e poder para o fazer, perante os 35% detidos pelo Estado português através da holding estatal Empordef. O argumento oficial utilizado para a decisão foi a necessidade de “investimento” a realizar na empresa. Nomeadamente para a aquisição de um novo sistema de pintura. Pouco depois viria a tornar-se óbvio para a parte portuguesa a verdadeira razão: a Embraer considerava-se credora de 9,5 milhões de dólares num processo que se arrasta há alguns meses. Ver noticia completa no Público online

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