segunda-feira, dezembro 18, 2006

Aviões da 2ª Guerra Mundial - Spitfire

(Este post está em processo de atualização)


(clique para expandir)
O Supermarine Spitfire foi o avião de caça britânico mais famoso da Segunda Guerra Mundial e também o único caça aliado que operou durante todo o conflito. Além da Royal Air Force britânica, foi utilizado também como avião de caça pela forças aéreas da França, África do Sul, Bélgica, Canadá e Portugal.
A produção do Spitfire cessou em 1948, tendo sido construídas 20.351 unidades, em mais de 40 versões, divididas em três grandes categorias: equipados com motor Merlin; equipados com motor Griffon; versão naval (Seafire). Entre as versões mais conhecidas, destacam-se: Mk V, de 1941, a mais usada; Mk XXII, de 1943, a primeira equipada com motores Griffon;Mk XVI, de 1943, para ataque ao solo;Mk XIX, de 1944, de reconhecimento fotográfico e a mais veloz das versões desarmadas.
Segundo o Museu do Ar, a partir de 1942 e ao abrigo do acordo para utilização dos Açores pela RAF, a Aeronáutica Militar teve 112 aviões de caça Spitfire, nas versões Ia, Vb e LF Vb. Os primeiros foram colocados na Base Aérea 3, Tancos, e os restantes na Base Aérea 2, Ota. Os Spitfire, que foram abatidos ao serviço em 1955, terminaram a sua carreira em Portugal na Base Aérea 1, Sintra, onde eram utilizados no final dos cursos de pilotagem como aviões de treino de alta performance.
O Museu do Ar dispõe de um avião Spitfire IX que é ligeiramente diferente das versões utilizadas em Portugal, pintado com as cores nacionais em homenagem a estes aviões pelo serviço que prestaram na aviação militar portuguesa.


Mais um belo exemplar do Supermarine Spitfire Mk-IA usado como caça de intercepção, de que foram fabricados 1.536 unidades, equipados com motor Rolls- Royce Merlin III de 12 cilindros, com uma potência de 880 hp na descolagem e 1.030 hp aos 16,250 pés. (Fotos actualizadas em 3/9/08)

Algumas características do Spitfire e uma foto do cockpit do Spitfire I.
Algumas gravuras do Spitfire Mark I/II publicadas na revista Osprey Aircraft of the Aces, referentes ao periodo 1939-1941.

2 Comments:

Anonymous pedro.parede@yahoo.com.br said...

PARABENIZO AO SR POR 43 VEZES, LI E SALVEI TODOS OS SEUS RELATOS SOBRE AVIÕES, É UMA MARAVILHA, VERDADEIRA OBRA DE ARTE, ENCONTREI MUITA INFORMAÇÃO QUE PRECISAVA, POIS SOU COLECIONADOR DE SELOS DO BRASIL, E TEMÁTICO SOBRE AVIÕES, NAVIOS E CARROS. SIMPLISMENTE FANTÁSTICO. MEUS PARABENS. OBRIGADO POR SUA INTELIGENCIA E CULTURA, POR NOS ENSINAR. GRATO

PEDRO J.P.GARCIA

7:46 da tarde  
Blogger Jorge Clemente said...

Gostaria de agradecer pela informação do blog. Desde pequeno q gosto de aviões, se bem q tenha seguido por uma carreira ligeiramente diferente... Mas desde pequeno q procuro aprender tudo o q encontro sobre eles. E faço maquetes, modelos reduzidos à escala, de onde tenho mais de 100, entre carros, barcos, aviões, etc... Uma das colecções q comecei há algum tempo foi a de conseguir ter um exemplar de cada avião q a força aérea portuguesa teve, na escala 1/72 (não mto grande, mas tb não mto pequena... A Gina fica com cerca de 12cm...). Comecei pela Guerra do Ultramar, e já consegui arranjar e fazer o Fiat G91 (Gina) da esquadrilha "Escorpiões", o F86 sabre da esquadrilha "os Galos" (sim, o mitico pintado de vermelho em vez de azul, q mtas pessoas ainda dizem q nunca existiu), o F-84 dos "barretes verdes", um helicanhão alouette III (o lobo mau...), o Havard e o T-33 de treinamento. Há alguns q ainda me faltam, como o nord atlas, o Dornier, entre outros, mais difíceis de encontrar. Mas os spitfire e o Hurricane, em modelo, são mais fáceis de encontrar... E neste momento, estava para fazer o Mk5b, enquanto espero pelo Mk1a. Mas o pequeno detalhe de q o q está no museu do ar ser um Mk9, é fundamental para me guiar mais pelos diagramas q encontro, do q pelas fotos dele... Até pq pretendo fazer um sem as pontas "cortadas".
Obrigado pela informação.

8:49 da tarde  

Enviar um comentário

<< Home